Jean-Claude Bernardet é um conhecido (e importante) crítico de cinema. Confira abaixo mini-crônica dele a respeito da atual campanha de um grande banco brasileiro. É um pequeno exemplo, o texto abaixo, da crítica que podemos fazer dos procedimentos retóricos da propaganda, sem perder a sutileza jamais… Extraído do blog de Bernardet no UOL.
Banco Nos seus filminhos publicitários (aliás bem bolados) um banco nos informa que “nem parece banco”. Qual é o problema?Não é bom parecer banco? É melhor disfarçar?Um banco que não parece banco nem por isso deixa de ser um banco. Por que não quer parecer? Responderão: atendimento cordial, menos burocracia (como aparece em alguns filminhos). Mas será este o motivo real ?Ou haveria outro motivo mais fundo para não querer parecer banco?