Qualquer coisa que se diga ou qualquer coisa que se faça, por mais que não se queira ou não se dê conta, o é sob a égide de uma perguntinha chata: qual é o sentido?
É que parece que o sentido é algo que não é, simplesmente; é algo que se inventa.
Daí fica-se, mais ou menos, na mesma, sob a sombra da perguntinha chata, virada sobre sua própria cauda: e aí?
É isso.