Vejo o que existe; vejo o que sei que existe. Por isso, vejo. A visão não é inocente. Daí é preciso ver mais: ver como se vê. Subver.
O que será que eu não estou vendo agora?
O que será que eu não estou vendo agora?
Vejo o que existe; vejo o que sei que existe. Por isso, vejo. A visão não é inocente. Daí é preciso ver mais: ver como se vê. Subver.
O que será que eu não estou vendo agora?
09/04/2007 às 15:38
[...] Prática crítica Abril 9th, 2007 Prática crítica [...]